Nem mais...
Os meus parabéns, grandes comentários!
Nada como ler alguém que sabe expor os seus pensamentos de uma forma realista e coerente.
E contra factos, não há argumentos!
metalheads da Velha Guarda
Rui Pedro
08/10/2008 22:23
#35763
cyber967
09/10/2008 11:57
#35795
sim tens razao, houve bastantes eventos underground, mas tiveram "as moscas". porque será que que nunca mais houve concertos no black code?
RIC
09/10/2008 13:30
#35804
Penso porque 'andou um bocado às moscas'!
Claro que para o dono, aquilo será sempre um negócio e se foram feitos dois eventos que não atingiu o limite de capacidade (longe disso), chega-se á conclusão de que houve fracasso.
Penso que tb haverá um verso da moeda sobre este assunto...como houve um número considerável de eventos, as pessoas poderão sempre escolher o que ver e até, quando.
Por exemplo, 'se eu vi a banda X a semana passada porque é que eu hei-de vê-los novamente esta semana?' ou 'a semana passada vi-os de borla e esta semana vou ter que pagar para vê-los!? Nem pensar!!!
Ou seja, é bom tocar muitas vezes, mas tb tem o seu lado negativo. Enfim...vivemos numa ilha!!!
Claro que para o dono, aquilo será sempre um negócio e se foram feitos dois eventos que não atingiu o limite de capacidade (longe disso), chega-se á conclusão de que houve fracasso.
Penso que tb haverá um verso da moeda sobre este assunto...como houve um número considerável de eventos, as pessoas poderão sempre escolher o que ver e até, quando.
Por exemplo, 'se eu vi a banda X a semana passada porque é que eu hei-de vê-los novamente esta semana?' ou 'a semana passada vi-os de borla e esta semana vou ter que pagar para vê-los!? Nem pensar!!!
Ou seja, é bom tocar muitas vezes, mas tb tem o seu lado negativo. Enfim...vivemos numa ilha!!!
Spell
09/10/2008 14:07
#35805
Penso porque 'andou um bocado às moscas'!
Claro que para o dono, aquilo será sempre um negócio e se foram feitos dois eventos que não atingiu o limite de capacidade (longe disso), chega-se á conclusão de que houve fracasso.
Penso que tb haverá um verso da moeda sobre este assunto...como houve um número considerável de eventos, as pessoas poderão sempre escolher o que ver e até, quando.
Por exemplo, 'se eu vi a banda X a semana passada porque é que eu hei-de vê-los novamente esta semana?' ou 'a semana passada vi-os de borla e esta semana vou ter que pagar para vê-los!? Nem pensar!!!
Ou seja, é bom tocar muitas vezes, mas tb tem o seu lado negativo. Enfim...vivemos numa ilha!!!
Finalmente alguem vê o lado negativo que tenho tentado fazer ver. É mau para as bandas que tocam para "ninguem" e é mau para as organizações que como é logico pela falta de adesão ou por nao ter a adesão desejável começam a ter dificuldades para pagar as dividas.
O $$ custo todo a ganhar por isso nao admira que agora o pessoal comece a pensar se vai ou nao aos eventos.
Por isso tenho defendido um maior apoio e oportunidades para as bandas que tocam menos, penso que será muito benéfico para as organizações e para o publico.
Assim o publico ficará mais interessado a aderir ao evento por tocar uma ou outra banda com menos rodagem, ou ainda poderá atrair outras pessoas para os eventos caso seja alguma banda de sonoridade menos apreciada aqui na região. Penso k é benéfico para a organização, estarão lá os mesmos "200" e mais alguns para verem outra banda menos rodada em inicio de carreira ou isso.
Assim temos... ganha o publico, ganha a banda menos rodada e ganha a organização.
Mas fico contente por alguem já ter entendido o meu ponto de vista. Eu posso gostar muito de camarão, mas o camarão é caro, e mesmo tendo dinheiro, se tiver sempre a comer camarão, inevitávelmente acabarei por ficar farto de camarão.
zedative
09/10/2008 14:14
#35807
Penso porque 'andou um bocado às moscas'!
Claro que para o dono, aquilo será sempre um negócio e se foram feitos dois eventos que não atingiu o limite de capacidade (longe disso), chega-se á conclusão de que houve fracasso.
Penso que tb haverá um verso da moeda sobre este assunto...como houve um número considerável de eventos, as pessoas poderão sempre escolher o que ver e até, quando.
Por exemplo, 'se eu vi a banda X a semana passada porque é que eu hei-de vê-los novamente esta semana?' ou 'a semana passada vi-os de borla e esta semana vou ter que pagar para vê-los!? Nem pensar!!!
Ou seja, é bom tocar muitas vezes, mas tb tem o seu lado negativo. Enfim...vivemos numa ilha!!!
Boca santa
Infelizmente chega a ser assim, fogo é fixe tocar várias vezes! sempre nos queixamos que não há eventos, este ano até houve bastantes, mas depois mesmo por saturação o people começa a não comparecer, nem é por falta de qualidade das bandas, porque as bandas a meu ver estão a um grande nível, será mesmo uma saturação normal.
As vezes é bom dar uma pausa lá de vez, na sei.. é como o Ric disse, isso é uma ilha pá! É tudo muito perto, somos todos vizinhos!
Por exemplo, após uma pausa grande em eventos, o OL2 sabe mesmo bem!
Nuno Costa
09/10/2008 19:21
#35824
Deixem-me tentar dar também a minha opiniãozita, que não é nova e vai também ao encontro do que foi dito nos últimos posts. Mas antes, se calhar é conveniente esclarecer que entre Spell e eu já houve várias conversas sobre o assunto do F.I.M. e creio que é fácil nos entendermos. Agora, e como o próprio reconheceu, o timing da sua conversa e o tópico em que acertou "em cheio" foi mesmo o do F.I.M.. Se o F.I.M. afinal de contas não afectou ninguém calhou mal o comentário naquela altura e no sítio em que foi. Acendeu-se a polémica por razões óbvias, pois qualquer um no meu lugar não podia mesmo pensar outra coisa. Contudo, no meu último post respondo em grande parte ao Zé porque também deu a entender que não era conveniente as bandas com "calo" tocarem sempre nos grandes eventos e que assim sendo as bandas de garagem ficam com poucas "chances". Bom, acho que as coisas não são bem assim por todas as razões que já enumerei e de que não vale pena maçar mais o pessoal com isso.
Bom, acima de tudo, é complicado cá adivinhar o que vai nas cabeças das pessoas não?? Eu gostava muito mesmo, facilitava-me quando tenho a tarefa de construir um cartaz. Nunca se pensou que certas bandas começassem a "enjoar" pois não? Cá que sempre se tocou tão pouco! Por esse prisma (Ricardo, por favor não me interpretes mal) está toda a gente cansadita de ver Morbid Death!;)
Bom, acho que a questão é mais - naturalmente, cada pessoa tem os seus gostos! Reparemos que o Spell tem uma preferência mais virada para o dark, por assim dizer. Aliás, todos nos conhecemos minimamente bem aqui. Logo, mesmo depois dos Morbid Death já terem tocado cerca de 7 (!) vezes (Ricardo até era bem porreirinho que nos desses os dados certos), o próprio Spell transmitiu-me e creio que até manifestou no fórum (é possível) que a banda por que foi lá ver o F.I.M. foi Morbid Death. Então acho que é uma questão de gosto, porque até volto a repetir que Stampkase tocou apenas três vezes esse ano, Oppressive uma e Anomally duas. Óbvio que, e atenção, não faço a mínima se o Spell foi a todos os concertos de Morbid Death até esta data, mas é bem mais capaz de ver Morbid Death ao vivo mais vezes do que SK e Oppressive - Anomally talvez seja mais a sua cara. Bom, eu sei que o Spell já explicou que o "recado" não era para mim.Eu só quiz aqui pegar num exemplo, sem malícia.
De resto, já percebemos que é díficil arranjar o esquema certo para ter o evento perfeito. Ter muitas bandas e de estilos diferentes pode talvez ser a fórmula mais adequada. Mas, por exemplo, no F.I.M. (e desculpem estar sempre a bater na mesma tecla, mas ainda hoje me abordaram a perguntar se eu escolhia as bandas por serem mais mainstream - nu-metals e afins) houve critérios que não podendo ser considerados os perfeitos e melhores do mundo foi os que a organização entendeu mais adequadas. Ninguém é, obviamente, dono da verdade. Tento dar todas essas explicações porque é impressionante a quantidade conversa que se gerou (a maior parte dela talvez controversa) em relação ao festival e tenho em crer que algumas foram mesmo por má leitura da situação. Eu fiquei e certamente ainda estou com uma imagem muito denegrida para algumas pessoas. Mas pronto, não gosto de estar nesta situação mas só me posso limitar a falar para quem me ouve. E alguns ouvem mesmo e entendemo-nos, outros não...
Mais um testamento, eu sei... É melhor ficar por aqui pelo menos por agora.
Bom, acima de tudo, é complicado cá adivinhar o que vai nas cabeças das pessoas não?? Eu gostava muito mesmo, facilitava-me quando tenho a tarefa de construir um cartaz. Nunca se pensou que certas bandas começassem a "enjoar" pois não? Cá que sempre se tocou tão pouco! Por esse prisma (Ricardo, por favor não me interpretes mal) está toda a gente cansadita de ver Morbid Death!;)
Bom, acho que a questão é mais - naturalmente, cada pessoa tem os seus gostos! Reparemos que o Spell tem uma preferência mais virada para o dark, por assim dizer. Aliás, todos nos conhecemos minimamente bem aqui. Logo, mesmo depois dos Morbid Death já terem tocado cerca de 7 (!) vezes (Ricardo até era bem porreirinho que nos desses os dados certos), o próprio Spell transmitiu-me e creio que até manifestou no fórum (é possível) que a banda por que foi lá ver o F.I.M. foi Morbid Death. Então acho que é uma questão de gosto, porque até volto a repetir que Stampkase tocou apenas três vezes esse ano, Oppressive uma e Anomally duas. Óbvio que, e atenção, não faço a mínima se o Spell foi a todos os concertos de Morbid Death até esta data, mas é bem mais capaz de ver Morbid Death ao vivo mais vezes do que SK e Oppressive - Anomally talvez seja mais a sua cara. Bom, eu sei que o Spell já explicou que o "recado" não era para mim.Eu só quiz aqui pegar num exemplo, sem malícia.
De resto, já percebemos que é díficil arranjar o esquema certo para ter o evento perfeito. Ter muitas bandas e de estilos diferentes pode talvez ser a fórmula mais adequada. Mas, por exemplo, no F.I.M. (e desculpem estar sempre a bater na mesma tecla, mas ainda hoje me abordaram a perguntar se eu escolhia as bandas por serem mais mainstream - nu-metals e afins) houve critérios que não podendo ser considerados os perfeitos e melhores do mundo foi os que a organização entendeu mais adequadas. Ninguém é, obviamente, dono da verdade. Tento dar todas essas explicações porque é impressionante a quantidade conversa que se gerou (a maior parte dela talvez controversa) em relação ao festival e tenho em crer que algumas foram mesmo por má leitura da situação. Eu fiquei e certamente ainda estou com uma imagem muito denegrida para algumas pessoas. Mas pronto, não gosto de estar nesta situação mas só me posso limitar a falar para quem me ouve. E alguns ouvem mesmo e entendemo-nos, outros não...
Mais um testamento, eu sei... É melhor ficar por aqui pelo menos por agora.
Nuno Costa
09/10/2008 19:36
#35825
Ah já agora... Esqueci-me de uma coisa muito importante: quer uma banda seja conhecida ou não nunca pode esquecer-se do poder da promoção! Visualizo aqui um grande problema se falarmos (já mais ao extremo) de bandas que realmente nunca tocaram. Estas normalmente não se dão a conhecer. Não têm gravações, ninguém ouve falar delas... Difícil arriscar muitos Km e dinheiro para ir ver uma banda que não se conhece minimamente. Havendo uma demo, um MP3 simplesmente, pode fazer muita diferença! Toca, primeiro, todos a gravar qualquer coisa (mas nem todos fazem muito por isso, já sabemos).
Mas agora, para mim a questão principal - qualidade, coesão (e isso independemente do estilo)! Meus amigos, quer queiramos quer não, não são todas as bandas de garagem que surgem com um trabalho que impressione! Há sempre um amadorismo às vezes em excesso o que é normalíssimo, até repito, normalíssimo! Mas há situações em que também temos que ser lúcidos e reconhecer que X banda ainda tem que passar mais uns tempos na garagem.
Ah e por falar nisso, li uma das frases do Zé que não concordei nada. As bandas fazem-se em palco? Amigo Zé, sem ofensa, mas pelo menos na minha modesta opinião não considero que nenhuma banda aprenda a tocar ao vivo. Aprende sim a estar em palco, a soltarem-se, a lidarem com situações de pressão, com o público, etc, etc. Ganha uma coisa também muito importante - confiança (o que ajuda). Mas nunca a ser melhor músico e como fazer boa música. Portanto, as bandas de "nível" não vão continuar a ser as mesmas só por tocarem mais.
Acho que algumas bandas (e digo isso mesmo sem querer magoar ninguém) poderão não estar ainda preparadas para sair da garagem. Isto porque algum MP3, por exemplo, evindenciou certas lacunas, sempre discutíveis, claro. Por aí, normalmente, nem chega a haver convite para se tocar ao vivo. A amostra tem que ser boa primeiro, digo eu.
Outra coisa, tão mas tão importante. Meus amigos, as bandas "underground" normalmente não são (ou não deviam ser) as que ficam sentadas á espera de convites para tocar. São elas que têm que partir em busca de contactos e arranjar toda a forma de tocar! Acho que há muita banda de cá que nem mexe uma palha para tocar nem que seja no quintal do vizinho. Isso é um grave problema...
Mas agora, para mim a questão principal - qualidade, coesão (e isso independemente do estilo)! Meus amigos, quer queiramos quer não, não são todas as bandas de garagem que surgem com um trabalho que impressione! Há sempre um amadorismo às vezes em excesso o que é normalíssimo, até repito, normalíssimo! Mas há situações em que também temos que ser lúcidos e reconhecer que X banda ainda tem que passar mais uns tempos na garagem.
Ah e por falar nisso, li uma das frases do Zé que não concordei nada. As bandas fazem-se em palco? Amigo Zé, sem ofensa, mas pelo menos na minha modesta opinião não considero que nenhuma banda aprenda a tocar ao vivo. Aprende sim a estar em palco, a soltarem-se, a lidarem com situações de pressão, com o público, etc, etc. Ganha uma coisa também muito importante - confiança (o que ajuda). Mas nunca a ser melhor músico e como fazer boa música. Portanto, as bandas de "nível" não vão continuar a ser as mesmas só por tocarem mais.
Acho que algumas bandas (e digo isso mesmo sem querer magoar ninguém) poderão não estar ainda preparadas para sair da garagem. Isto porque algum MP3, por exemplo, evindenciou certas lacunas, sempre discutíveis, claro. Por aí, normalmente, nem chega a haver convite para se tocar ao vivo. A amostra tem que ser boa primeiro, digo eu.
Outra coisa, tão mas tão importante. Meus amigos, as bandas "underground" normalmente não são (ou não deviam ser) as que ficam sentadas á espera de convites para tocar. São elas que têm que partir em busca de contactos e arranjar toda a forma de tocar! Acho que há muita banda de cá que nem mexe uma palha para tocar nem que seja no quintal do vizinho. Isso é um grave problema...
RIC
09/10/2008 19:43
#35826
Compreendo as posições do Spell e do Nuno Costa! Até podem estar a pensar 'mas os Morbid Death acham que não devem tocar em número considerável de eventos?'.
Digo-lhes o seguinte:
- este ano de 2008 foi um dos mais produtivos, no que toca a Live-acts para a banda.
- devido a isso, a banda ganhou mais rodagem.
Mas como disse atrás, poderá ter o seu lado negativo. E nós como banda, que está em cima do palco, notámos isso, em relação ao público. Respeitámos todos porque até sem eles, o que será uma banda?
Sempre que nos convidem para participar e que tenha as condições mínimas, nós aceitámos, claro!!!
Já perguntaram-me aonde e quando é que iríamos tocar. Lá disse que iríamos tocar no dia X e que teria que pagar bilhete. O que é que responderam-me!? 'Qual o concerto que vcs vão dar sem bilhete?', por exemplo...
E isso não é nada...'podes emprestar-me um cd 'Unlocked' para eu poder gravar?' What can I say??? Mas isto já é outra história...
Uma coisa é certa, sempre que subimos ao palco, dámos o nosso melhor porque quem lá se encontra, merece todo o nosso respeito!!!
O resto são cantigas
Digo-lhes o seguinte:
- este ano de 2008 foi um dos mais produtivos, no que toca a Live-acts para a banda.
- devido a isso, a banda ganhou mais rodagem.
Mas como disse atrás, poderá ter o seu lado negativo. E nós como banda, que está em cima do palco, notámos isso, em relação ao público. Respeitámos todos porque até sem eles, o que será uma banda?
Sempre que nos convidem para participar e que tenha as condições mínimas, nós aceitámos, claro!!!
Já perguntaram-me aonde e quando é que iríamos tocar. Lá disse que iríamos tocar no dia X e que teria que pagar bilhete. O que é que responderam-me!? 'Qual o concerto que vcs vão dar sem bilhete?', por exemplo...
E isso não é nada...'podes emprestar-me um cd 'Unlocked' para eu poder gravar?' What can I say??? Mas isto já é outra história...
Uma coisa é certa, sempre que subimos ao palco, dámos o nosso melhor porque quem lá se encontra, merece todo o nosso respeito!!!
O resto são cantigas
RIC
09/10/2008 19:55
#35828
Tens razão Nuno! O pessoal pode estar cansado de ver Morbid Death. Digo-te mais...para nós, até se torna uma bocado difícil encontrar algo de novo para poder fugir à rotina!
E como dizes, as bandas têm que ir á procura e foi o que sempre fizemos e se Deus quiser, estaremos no continente para uma actuação num festival, em 2009. Temos que fazer pela vida!!! Your damn right too!!!
E como dizes, as bandas têm que ir á procura e foi o que sempre fizemos e se Deus quiser, estaremos no continente para uma actuação num festival, em 2009. Temos que fazer pela vida!!! Your damn right too!!!
Nuno Costa
09/10/2008 19:58
#35829
Lá está!;) E precisamente por saber disso dei grande importância à parte final do meu post! O "sucesso" nesta área tão dífícil como o Metal não nos é dado, é ganho com enorme esforço!
Negative
09/10/2008 22:31
#35832
Penso porque 'andou um bocado às moscas'!
Claro que para o dono, aquilo será sempre um negócio e se foram feitos dois eventos que não atingiu o limite de capacidade (longe disso), chega-se á conclusão de que houve fracasso.
Penso que tb haverá um verso da moeda sobre este assunto...como houve um número considerável de eventos, as pessoas poderão sempre escolher o que ver e até, quando.
Por exemplo, 'se eu vi a banda X a semana passada porque é que eu hei-de vê-los novamente esta semana?' ou 'a semana passada vi-os de borla e esta semana vou ter que pagar para vê-los!? Nem pensar!!!
Acho que o "fracasso" dos eventos no Black Code deve-se aos preços ridiculamente inflacionados que afastam qualquer um! Com finos a €0.50, aposto que conseguíamos atrair uma boa casa.
Outra coisa, tão mas tão importante. Meus amigos, as bandas "underground" normalmente não são (ou não deviam ser) as que ficam sentadas á espera de convites para tocar. São elas que têm que partir em busca de contactos e arranjar toda a forma de tocar! Acho que há muita banda de cá que nem mexe uma palha para tocar nem que seja no quintal do vizinho. Isso é um grave problema...
Ora nem mais! E este assunto também daria um bom tópico para se discutir ideias.
RIC
09/10/2008 23:50
#35837
Como as coisas são...o ser humano nunca está satifeito...reclama-se por não haver nada e reclama-se por haver 'fartura'!!! Weird!?
umlouco
10/10/2008 00:38
#35839
Este ano foi um ano oportuno para se tirar conclusões de uma serie de situações sobre a realização de eventos metal cá na ilha de São Miguel. Notou-se, e já se notava, que era inviável organizar grandes eventos de metal em que se tem de investir muito em bandas de fora, sejam elas do continente ou de outro país da Europa, porque a diferença de preço não é assim tão grande. Existiu um grande movimento das bandas mais activas em querer participar nos eventos que se estavam a organizar. Isto penso ser uma das melhores motivações que se pode dar às bandas para continuar a produzir um bom trabalho, terem a expectativa de subir ao palco no próximo evento. Viu-se muito que o público não adere a eventos com cartazes repetitivos, o público que temos em espaços grandes deixa uma sensação de sala vazia, espaços mais elaborados que exigem algo da carteira do público têm pouca aderência e que há um desejo geral de que exista algo que cheire e saiba a “undergound” a 100%.
Spell
10/10/2008 00:40
#35840
heee isso tem de ser é cmós bifes, meio termo lol mas ás vezes mal passado xeio de sangue consola hee
Penso que já foi tudo dito, e acima de tudo já se conseguiu exclarecer alguns mal entendidos.
O ano 2008 foi muito mas muito produtivo, quem disser que nao provávelmente nao deve ser deste mundo (tipo os gaijos k raptaram o meu baterista lolol), mas é a tal coisa o facto de se ter rodado praticamente sempre as mesmas bandas - e desculpem lá tar denovo a repetir blahblahblah lol mas como já tá tudo entendido nhá stress - acabou por afastar algum publico... é como o Ric disse "Qual o concerto que vcs vão dar sem bilhete?"... quer queiramos quer não isto infelismente acaba por afastar o ppl, não que eu axe que os concertos devam ser de graça, aliás, eu até sou a favor que o preço dos bilhetes aumente, pois assim as organizações tambem terão mais fundos para trabalharem o evento, mas sim porque pagar 7€ para voltar a ver 2 ou 3 bandas que se viu á 2 ou 3 semanas no qual tambem tiveram de desenbolsar uns 7€ é complicado... ou não têm problemas financeiros, ou gostam mesmo da banda k vai tocar, ou entao porque gostam e querem apoiar o movimento underground independentemente se vai tocar x ou y banda (que é o meu caso).
Como o Nuno disse eu disse algures que tinha ido ao FIM em que a unica banda que queria ver seriam os Morbid Death. Está certo sim, eu disse-o, mas a razão principal foi querer apoiar o evento, pois se todos tivessem esse tipo de atitude a coisa poderia e poderá desenvolver-se muito mais.
Outro exemplo será o aniversário da SoundZone, onde, embora nenhuma das bandas tenha feito o meu género, fiz questao de mais uma vez estar lá a pagar bilhete para apoiar mais um evento do nosso underground, tal como faço questao de estar presente em todos os eventos dedicados ás nossas bandas.
Mas bem axo que nao vale a pena estar a estender mais isso porque já vai longo e axo que todos já perceberam o meu ponto de vista e tamo-nos todos a entender, o que é bom sinal. A malta afinal é toda porreira hee.
Agora vou é dormir.
God Fuck the Queen!
Penso que já foi tudo dito, e acima de tudo já se conseguiu exclarecer alguns mal entendidos.
O ano 2008 foi muito mas muito produtivo, quem disser que nao provávelmente nao deve ser deste mundo (tipo os gaijos k raptaram o meu baterista lolol), mas é a tal coisa o facto de se ter rodado praticamente sempre as mesmas bandas - e desculpem lá tar denovo a repetir blahblahblah lol mas como já tá tudo entendido nhá stress - acabou por afastar algum publico... é como o Ric disse "Qual o concerto que vcs vão dar sem bilhete?"... quer queiramos quer não isto infelismente acaba por afastar o ppl, não que eu axe que os concertos devam ser de graça, aliás, eu até sou a favor que o preço dos bilhetes aumente, pois assim as organizações tambem terão mais fundos para trabalharem o evento, mas sim porque pagar 7€ para voltar a ver 2 ou 3 bandas que se viu á 2 ou 3 semanas no qual tambem tiveram de desenbolsar uns 7€ é complicado... ou não têm problemas financeiros, ou gostam mesmo da banda k vai tocar, ou entao porque gostam e querem apoiar o movimento underground independentemente se vai tocar x ou y banda (que é o meu caso).
Como o Nuno disse eu disse algures que tinha ido ao FIM em que a unica banda que queria ver seriam os Morbid Death. Está certo sim, eu disse-o, mas a razão principal foi querer apoiar o evento, pois se todos tivessem esse tipo de atitude a coisa poderia e poderá desenvolver-se muito mais.
Outro exemplo será o aniversário da SoundZone, onde, embora nenhuma das bandas tenha feito o meu género, fiz questao de mais uma vez estar lá a pagar bilhete para apoiar mais um evento do nosso underground, tal como faço questao de estar presente em todos os eventos dedicados ás nossas bandas.
Mas bem axo que nao vale a pena estar a estender mais isso porque já vai longo e axo que todos já perceberam o meu ponto de vista e tamo-nos todos a entender, o que é bom sinal. A malta afinal é toda porreira hee.
Agora vou é dormir.
God Fuck the Queen!
Nuno Costa
10/10/2008 01:34
#35841
Muitos "limalhas" intelectuais se tem atirado para aqui e produtivas por sinal. Acho que são esses os assuntos que dão gozo discutir.
Bom começam as escassear palavras para esse assunto. Não há de facto o mínimo sentido na maneira como as pessoas pensam e se comportam nos Açores. Chora-se porque se tem grande e quer-se voltar ao "pequenino" e vice-versa passado algum tempo.
Bom, só há um risco: é poderem ficar sem um nem outro! Depois chora-se ainda mais! Que pobreza de espírito... Vai-se rodar toda e qualquer outra banda, desde aquela em que os músicos acabaram de pegar no instrumento até à mais profissional e rodada, vai-se criar todo e qualquer tipo de evento (que por sinal já se criou)... E vão haver sempre queixas! É se é o estilo, é se é mainstream ou underground é... Não sei, isso é do diabo!
Meus amigos, então amanhamo-nos como estávamos né melhor?? Ehehe Nunca deviamos (todos aqueles que tentaram fazer por movimentar o nosso "cenário") ter depositado tanto esforço nisso. Afinal de contas, as pessoas não sabem por onde andam, para onde vão, quem são e o que querem!!
Ah já agora, como o Mário falava das conclusões que pudemos tirar este ano (e de facto foi magnífico para eu e outros mais interessados na matéria conseguir compreender de uma vez por todas o potencial desta terra): há de facto outro problema e bastante básico até. O Verão é pas gajas, não? Em muitos casos, também não vou generalizar! É para estar afastado da nossa terra (viagens, etc)? É para estarmos para o campo e não na cidade? É verdade também. O Metal não é um estilo dado a muita "luz" (sol)? Verdade! Então esqueçamos também o Verão para eventos de Metal. Chega essa época e se há eventos de metal muita gente os troca pelos Blasted Mechanism ou... não interessa, interessa é ter "povo" e gajas! Como estava, confesso, redondamente enganado! Os eventos de Metal parecem despertar mais interesse de Inverno... Muitas vezes pelo triste facto de que não há mais nada a decorrer, mas isso é outro aspecto. É triste trocarmos um evento de metal de Verão por outro "popular" que "ajunta" muita gente. Foi só um pormenor, mas é importante também.
Olhem, sempre tive o sonho de ver aonde essa terra podia ir! Acho que trabalhei um bocado para isso. Já vi! Case closed! O MAGNÍFICO disso era se todos os queixumes desaparecessem!!!
Vejo agora uma imagem dos putos quando reconhecem que fizeram asneira e ficam pianinhos, num silêncio constrangedor e cabisbaixos a dar o pontapé na pedrinha e tal...! Apetecem-me mesmo dizer - shame on... us!!
Bom começam as escassear palavras para esse assunto. Não há de facto o mínimo sentido na maneira como as pessoas pensam e se comportam nos Açores. Chora-se porque se tem grande e quer-se voltar ao "pequenino" e vice-versa passado algum tempo.
Bom, só há um risco: é poderem ficar sem um nem outro! Depois chora-se ainda mais! Que pobreza de espírito... Vai-se rodar toda e qualquer outra banda, desde aquela em que os músicos acabaram de pegar no instrumento até à mais profissional e rodada, vai-se criar todo e qualquer tipo de evento (que por sinal já se criou)... E vão haver sempre queixas! É se é o estilo, é se é mainstream ou underground é... Não sei, isso é do diabo!
Meus amigos, então amanhamo-nos como estávamos né melhor?? Ehehe Nunca deviamos (todos aqueles que tentaram fazer por movimentar o nosso "cenário") ter depositado tanto esforço nisso. Afinal de contas, as pessoas não sabem por onde andam, para onde vão, quem são e o que querem!!
Ah já agora, como o Mário falava das conclusões que pudemos tirar este ano (e de facto foi magnífico para eu e outros mais interessados na matéria conseguir compreender de uma vez por todas o potencial desta terra): há de facto outro problema e bastante básico até. O Verão é pas gajas, não? Em muitos casos, também não vou generalizar! É para estar afastado da nossa terra (viagens, etc)? É para estarmos para o campo e não na cidade? É verdade também. O Metal não é um estilo dado a muita "luz" (sol)? Verdade! Então esqueçamos também o Verão para eventos de Metal. Chega essa época e se há eventos de metal muita gente os troca pelos Blasted Mechanism ou... não interessa, interessa é ter "povo" e gajas! Como estava, confesso, redondamente enganado! Os eventos de Metal parecem despertar mais interesse de Inverno... Muitas vezes pelo triste facto de que não há mais nada a decorrer, mas isso é outro aspecto. É triste trocarmos um evento de metal de Verão por outro "popular" que "ajunta" muita gente. Foi só um pormenor, mas é importante também.
Olhem, sempre tive o sonho de ver aonde essa terra podia ir! Acho que trabalhei um bocado para isso. Já vi! Case closed! O MAGNÍFICO disso era se todos os queixumes desaparecessem!!!