metalheads da Velha Guarda
spoiledfiction
02/10/2008 15:07
#35547
Axo que o terceirense disse tudo!...
Carlsberg
03/10/2008 14:02
#35572
é off-topic
mas realmente a tipica conversa que está a correr em tudo o k s diz ou escreve do "são sempre as mesmas que tocam" já começa a enjoar ou não axam?
Abrx a todos
P.S. em vez de andarem sempre a lamentarem-se trabalhem mais e reclamem menos.
tá certo mas também é complicado veres se uma banda tá a trabalhar ou não se elas tentam tocar e não deixam pk de momento a organização de X evento mete na cabeça k as bandas Y e Z é k tão a trabalhar pa tocar
Terceirence
06/10/2008 00:10
#35616
Não é por nada mas muita gente começou essa tipica conversa pelo facto da sua banda não estar presente naquele que foi o melhor evento de metal do ano nos açores. Ai reside o grande problema. A banda à qual pertenço Sanctus Nosferatu não participou e certamente não ouviste ninguem lamentar-se por isso da mesma forma como outros fizeram, se me perguntax se eu gostaria de ter lá tocado com sanctus diria-te que sim mas como não tocamos tambem não ando a chorar pelos cantos mas sim continuamos o nosso trabalho de estudio. Esse ano tocamos 2 vezes e teremos um terceiro evento para tocar dentro em breve, axas muito actuar 3 vezes num ano? eu n acho mas não é por esse facto que venho para aqui (metalicidio) lamentar-me em todos os topicos e mais algum do forum. O que realmente se passa e ninguem quer dizer em voz alta é que existem pessoas no nosso meio que ficaram todas roidas por lá não tocarem ou melhor ficaram com inveja de morte de outros terem lá tocado. Como alguem disse um dia "na minha casa entra quem eu quero" o mesmo acontece com todos os eventos só lá toca quem a organização quer, e qual o mal nisso?? existe algum?? acho que não. Pergunto-me se muita gente não se arranhava toda, se tocasse na mesma banda que uma pessoa que está a organizar um evento e essa ultima não convida-se a sua banda para lá tocar. O organizador do referido evento é baterista da banda à qual pertenço e Sanctus não tocaram lá e muito sinceramente ninguem fikou ou melhor ninguem seker pensou em fikar chateado por lá não ter tocado, porquê? Porque as pessoas que constitem Sanctus tem bom senso e são racionais e não andam com mesquenhices como muito por ai se vê. Peço desculpa pelo longo discurso mas foi um comentario em jeito de desabafo há quem concorde há quem não concorde mas essa é a minha misera opinião. Abraço a todos.
Carlsberg
06/10/2008 00:14
#35617
dou-te toda a razão terceira naquilo que disses-te mas sabes k isso tem mais k se diga bro abraço my friend
Spell
06/10/2008 10:15
#35620
Ainda nao vi ninguem a xorar pelos cantos mas sim a dizer a verdade... ou será k é preciso dizer? nao bastará olhar para todos os cartazes para ver quais as bandas que têm tocado e quais as bandas k ficam sempre eskecidas? Não tapemos os sol com a peneira porque não é assim que funciona. E não, não é xorar, é apenas a minha opinião como espectador não como musico/banda, se nao conseguem distinguir isso ou se nao querem distinguir, temos pena.
E para nao virem reclamar (uma vez mais) que vai tocar no OL2008 as mesmas bandas que tocaram 1001 vez durante o ano todo apenas tenho a dizer o seguinte: Meus caros, o cartaz é composto por 9 bandas não por 3
PS: e escuzam-se de virem com PM's e afins porque eu nao tenho paciencia pra essas merdas. Eu tenho a minha opinião vcs têm a vossa, ponto final parágrado.
Já xeguei á conclusão que aqui nessa terra não se pode dizer nada... e quando se diz somos logos crucificados... por essas e por outras é que cada vez mais me afasto deste meio... é triste meus senhores é triste. Não será este um dos motivos porque os metalheads da velha guarda se têm afastado? Reafirmo, é triste... muito triste.
Adeus e até nunca mais!
E para nao virem reclamar (uma vez mais) que vai tocar no OL2008 as mesmas bandas que tocaram 1001 vez durante o ano todo apenas tenho a dizer o seguinte: Meus caros, o cartaz é composto por 9 bandas não por 3
PS: e escuzam-se de virem com PM's e afins porque eu nao tenho paciencia pra essas merdas. Eu tenho a minha opinião vcs têm a vossa, ponto final parágrado.
Já xeguei á conclusão que aqui nessa terra não se pode dizer nada... e quando se diz somos logos crucificados... por essas e por outras é que cada vez mais me afasto deste meio... é triste meus senhores é triste. Não será este um dos motivos porque os metalheads da velha guarda se têm afastado? Reafirmo, é triste... muito triste.
Adeus e até nunca mais!
cyber967
06/10/2008 12:51
#35622
Não será este um dos motivos porque os metalheads da velha guarda se têm afastado?
bom ponto de vista spell..
Nuno Costa
06/10/2008 14:53
#35626
Viva a todos!
Estive um pouco na sombra nos últimos tempos em relação a este fórum, porque, sinceramente, acho que quando não se chega a um consenso o melhor é seguirmos o nosso caminho ao invés de fomentarmos problemas e há sempre maneiras mais produtivas de ocuparmos o nosso tempo do que com discussões.
Bom, o assunto que alimenta agora mais este episódio no fórum é, naturalmente, por causa do F.I.M.. É verdade que às vezes tenta-se ocultar o sujeito e o predicado desta questão, mas é verdade que a grande catalisador desta discussão foi a escolhas e quem as fez para o referido festival, isto ainda que não se compreenda, porque, e como já me foi dito e o que para qualquer um é claro de se ver, o F.I.M. não foi o único festival de metal este ano nos Açores, portanto, não sei porque as críticas vieram SÓ aqui parar. O facto de ter sido o maior é que pode ter causado mais "impressão" a alguns.
Mas não vamos por aí. Pela minha "escola" não gosto de discutir assuntos do foro privado/intímo de qualquer instituição ou entidade em público, mas já que nunca se discorreram da verdade, por si próprias, muitas das pessoas que contestaram as escolhas do festival, eu vou (ainda que contra os meus princípios) tentar explicar o que se passou, com toda a honestidade, para ver se se encerra de uma vez por todas (e da maneira mais amigável possível) esse assunto:
A compreender:
-O conceito dos grandes festivais que o Coliseu tem feito nos últimos dois anos não tem nada que ver com o conceito de uma Maratona Rock (muito longe disso);
- O conceito do F.I.M. e do Alta Tensão, por exemplo, são o de tentar encher a casa, ter rendimento (objectivo muito claro). Com a Maratona ao que parece não se conseguiram os objectivos que pretendiam. Já agora, onde estava o público principalmente na primeira edição da Maratona (ok, a sala é enorme, mas falo mesmo em números - miseráveis)? É triste, é um facto, mas parece que a "prata da casa" não atrai ainda gente suficiente ou pelo menos na altura das duas edições do referido evento, até porque acho que as coisas estão a melhorar (mas se calhar até estão a melhorar pelo entusiasmo pelos grandes eventos de ultimamente - questionável, no entanto).
- O Coliseu não trabalha para fazer eventos para ter a casa "às moscas" (embora nem sempre as coisas corram muito bem mesmo em outras vertentes, mas isso é natural). Acredito que tivemos um grande gesto do Coliseu e da Câmara Municipal quando criaram um evento como a Maratona e nós podemos ter perdido uma das melhores maneiras alguma vez criadas para galvanizar o produto local. Mas como o produto local continua a estar descredibilizado e o público pouco aparece, os resultados continuam a estar àquem do desejado. Até para o F.I.M. foi complicado. O que fazer? Como disse, o Coliseu é uma casa para tentar estar sempre cheia! A Maratona deixou a desejar e isso, e como é de fácil leitura, fez com que o Coliseu deixasse de apostar nela. Não deviamos ter feito mais um esforçozito na altura para comparecer? Think about it...
- Pela lógica de grandes eventos como foram o Alta Tensão e o F.I.M. entende qualquer organizador que um dos grandes objectivos é ter retorno do investimento e ter um evento de grande projecção mediática e isso passado naturalmente pela escolha - mais segura - de um cartaz e não pelo risco de apostar em bandas muito underground, com pouco currículo ou então que não obedeça aos critérios do tipo de sonoridade que a organização entende como mais adequada.
- Alguém contestará a presença de uns Morbid Death em qualquer que seja um evento de Metal local? Creio que não... Naturalmente, porque são símbolos locais (period). Por aí também os Iron Maiden serão (digo eu) cabeças-de-cartaz em qualquer lugar do mundo.
-Os Stampkase são sim uma das bandas em que milito, mas, independentemente de estar aqui a acumular duas funções (a de músico e co-organizador) não estou aqui simplesmente para tirar partido próprio. É mais que óbvio e sempre foi assim em qualquer altura e em qualquer lugar - quando organizamos e NÃO GANHAMOS DINHEIRO ao fazer isso procuramos outras maneiras de tirar partido disso. A mais óbvia é colocarem a vossa banda a tocar. A maior parte dos músicos que por aqui andam já organizou concertos, nomeadamente aqueles que se queixaram. Mas esses sempre colocaram as suas bandas a tocar nestas circunstâncias, portanto, não percebo se houver alguma coisa a apontar-me por causa de Stampkase! Aliás, esse conceito não é novo para ninguém, pois não? Como disse, em qualquer parte do mundo é assim. Já agora, para quem não sabe, o concurso que o Wacken organiza tem como primeiro prémio oferecer um contracto discográfico com uma editora. Essa editora é a do dono daquele macro-evento. É muito bom ter um chamariz como o Wacken para de repente descobrires a "next big thing", não? E quem tirará partido disso? Ele!! Ah e mais a banda, pois tem lugar garantido nas próximas edições do Wacken e não só. Ele vai pôr as bandas do seu catálogo a tocar, so what, qual o problema? A par disso e voltando a Stampkase, quer queiramos quer não, para minha felicidade conseguimos também algumas coisas engraçadas nos últimos anos, principalmente o Angra Rock. Meus amigos, é verdade, antes de ganharmos o Angra Rock não tocávamos em muita festa (e não, não falo das que organizo) - Festas do Chicharro e Povoação (mesmo sendo do concelho eles não davam nada por nós), festas do Nordeste, Vila Franca, etc. Bom, isso para dizer que infelizmente temos que ter trunfos na manga e realmente ter ganho o Angra Rock foi um MUITO grande para nós. É ponto muito forte no nosso currículo.
- Quanto aos Anomally, repetem-se também no cartaz, mas existiram também critérios honestos para a sua escolha. Um deles foi porque ganharam o prémio de "Melhor banda Rock/Metal 2008" nos Açores e o seu regresso a S. Miguel vem num ponto em que a banda está em clara ascensão. E outra, nem se pode falar em eles tocarem muito porque é desde logo muito mais difícil eles pisarem os palcos micaelenses do que qualquer outra que tenham os seus membros a viver cá. Claro e objectivo!! Já agora, também são uma banda com qualidade.
- Oppressive - quer se queira quer não, quer algumas pessoas tenham pensado que para os "meus" eventos convido só as bandas "grandes" ou os "rock stars" do nosso meio aqui está a prova de que ainda há espaço nesses eventos para se descobrir "sangue novo". Aliás, não foi descobrir porque pelo seu MP3 no Myspace e pelo concerto na Maré de Agosto - Palco Oportunidades - já se lhes reconhia qualidade. Agora, não haverá é muito lugar a estas situações em eventos desta envergadura, mas sempre que possível e se se entender que é seguro, vamos continuar a apostar em bandas que nunca tocaram ou tocam pouco. Aqui, para além de todas essas razões, havia a razão de irem fazer a sua estreia em S.Miguel - logo perspectivando a atracção de mais pessoas. Tenho trabalhado assim. Aconteceu o mesmo com Trauma Prone no Coliseu ANIMA Rock.
- Por fim, o facto do cartaz do F.I.M. só ter tido três bandas por noite, foi por escolha minha e do Coliseu para facilitar o trabalho durante o dia (testes de som) e para que as coisas começassem o mais pontuais possível. Já temos exemplos de outras situações, e não as quisémos repetir. Ainda mais com duas bandas internacionais em que se previa mais tempo dispendido para testes de som. É uma azáfama terrível naqueles dias meus amigos e os azares sempre acontecem, como já aconteceram. E para que as coisas não se complicassem tanto reduzimos o número de bandas. Foi um pena, foi sim sr., e até nos complicou muito mais a escolha das bandas. Mas tivemos que ter pensamento frio e objectivo.
E como isto já vai longuíssimo (mas espero mesmo que leiam), embora restar-me-ão sempre algumas coisas para dizer (mas a cabeça agora já lateja), espero que algumas coisas tenham ficado esclarecidas e que numa próxima vez tentem inteirar-se melhor das situações antes de falar. Para minha grande tristeza só ao fim de cinco anos de SounD(/)ZonE é que fui alvo de grandes críticas. Continuo o mesmo "camponês" com as mesmas intenções. Foi muito triste ficar com a ideia de que me andavam a "pintar" como um tendencioso e outras coisas...
Estive um pouco na sombra nos últimos tempos em relação a este fórum, porque, sinceramente, acho que quando não se chega a um consenso o melhor é seguirmos o nosso caminho ao invés de fomentarmos problemas e há sempre maneiras mais produtivas de ocuparmos o nosso tempo do que com discussões.
Bom, o assunto que alimenta agora mais este episódio no fórum é, naturalmente, por causa do F.I.M.. É verdade que às vezes tenta-se ocultar o sujeito e o predicado desta questão, mas é verdade que a grande catalisador desta discussão foi a escolhas e quem as fez para o referido festival, isto ainda que não se compreenda, porque, e como já me foi dito e o que para qualquer um é claro de se ver, o F.I.M. não foi o único festival de metal este ano nos Açores, portanto, não sei porque as críticas vieram SÓ aqui parar. O facto de ter sido o maior é que pode ter causado mais "impressão" a alguns.
Mas não vamos por aí. Pela minha "escola" não gosto de discutir assuntos do foro privado/intímo de qualquer instituição ou entidade em público, mas já que nunca se discorreram da verdade, por si próprias, muitas das pessoas que contestaram as escolhas do festival, eu vou (ainda que contra os meus princípios) tentar explicar o que se passou, com toda a honestidade, para ver se se encerra de uma vez por todas (e da maneira mais amigável possível) esse assunto:
A compreender:
-O conceito dos grandes festivais que o Coliseu tem feito nos últimos dois anos não tem nada que ver com o conceito de uma Maratona Rock (muito longe disso);
- O conceito do F.I.M. e do Alta Tensão, por exemplo, são o de tentar encher a casa, ter rendimento (objectivo muito claro). Com a Maratona ao que parece não se conseguiram os objectivos que pretendiam. Já agora, onde estava o público principalmente na primeira edição da Maratona (ok, a sala é enorme, mas falo mesmo em números - miseráveis)? É triste, é um facto, mas parece que a "prata da casa" não atrai ainda gente suficiente ou pelo menos na altura das duas edições do referido evento, até porque acho que as coisas estão a melhorar (mas se calhar até estão a melhorar pelo entusiasmo pelos grandes eventos de ultimamente - questionável, no entanto).
- O Coliseu não trabalha para fazer eventos para ter a casa "às moscas" (embora nem sempre as coisas corram muito bem mesmo em outras vertentes, mas isso é natural). Acredito que tivemos um grande gesto do Coliseu e da Câmara Municipal quando criaram um evento como a Maratona e nós podemos ter perdido uma das melhores maneiras alguma vez criadas para galvanizar o produto local. Mas como o produto local continua a estar descredibilizado e o público pouco aparece, os resultados continuam a estar àquem do desejado. Até para o F.I.M. foi complicado. O que fazer? Como disse, o Coliseu é uma casa para tentar estar sempre cheia! A Maratona deixou a desejar e isso, e como é de fácil leitura, fez com que o Coliseu deixasse de apostar nela. Não deviamos ter feito mais um esforçozito na altura para comparecer? Think about it...
- Pela lógica de grandes eventos como foram o Alta Tensão e o F.I.M. entende qualquer organizador que um dos grandes objectivos é ter retorno do investimento e ter um evento de grande projecção mediática e isso passado naturalmente pela escolha - mais segura - de um cartaz e não pelo risco de apostar em bandas muito underground, com pouco currículo ou então que não obedeça aos critérios do tipo de sonoridade que a organização entende como mais adequada.
- Alguém contestará a presença de uns Morbid Death em qualquer que seja um evento de Metal local? Creio que não... Naturalmente, porque são símbolos locais (period). Por aí também os Iron Maiden serão (digo eu) cabeças-de-cartaz em qualquer lugar do mundo.
-Os Stampkase são sim uma das bandas em que milito, mas, independentemente de estar aqui a acumular duas funções (a de músico e co-organizador) não estou aqui simplesmente para tirar partido próprio. É mais que óbvio e sempre foi assim em qualquer altura e em qualquer lugar - quando organizamos e NÃO GANHAMOS DINHEIRO ao fazer isso procuramos outras maneiras de tirar partido disso. A mais óbvia é colocarem a vossa banda a tocar. A maior parte dos músicos que por aqui andam já organizou concertos, nomeadamente aqueles que se queixaram. Mas esses sempre colocaram as suas bandas a tocar nestas circunstâncias, portanto, não percebo se houver alguma coisa a apontar-me por causa de Stampkase! Aliás, esse conceito não é novo para ninguém, pois não? Como disse, em qualquer parte do mundo é assim. Já agora, para quem não sabe, o concurso que o Wacken organiza tem como primeiro prémio oferecer um contracto discográfico com uma editora. Essa editora é a do dono daquele macro-evento. É muito bom ter um chamariz como o Wacken para de repente descobrires a "next big thing", não? E quem tirará partido disso? Ele!! Ah e mais a banda, pois tem lugar garantido nas próximas edições do Wacken e não só. Ele vai pôr as bandas do seu catálogo a tocar, so what, qual o problema? A par disso e voltando a Stampkase, quer queiramos quer não, para minha felicidade conseguimos também algumas coisas engraçadas nos últimos anos, principalmente o Angra Rock. Meus amigos, é verdade, antes de ganharmos o Angra Rock não tocávamos em muita festa (e não, não falo das que organizo) - Festas do Chicharro e Povoação (mesmo sendo do concelho eles não davam nada por nós), festas do Nordeste, Vila Franca, etc. Bom, isso para dizer que infelizmente temos que ter trunfos na manga e realmente ter ganho o Angra Rock foi um MUITO grande para nós. É ponto muito forte no nosso currículo.
- Quanto aos Anomally, repetem-se também no cartaz, mas existiram também critérios honestos para a sua escolha. Um deles foi porque ganharam o prémio de "Melhor banda Rock/Metal 2008" nos Açores e o seu regresso a S. Miguel vem num ponto em que a banda está em clara ascensão. E outra, nem se pode falar em eles tocarem muito porque é desde logo muito mais difícil eles pisarem os palcos micaelenses do que qualquer outra que tenham os seus membros a viver cá. Claro e objectivo!! Já agora, também são uma banda com qualidade.
- Oppressive - quer se queira quer não, quer algumas pessoas tenham pensado que para os "meus" eventos convido só as bandas "grandes" ou os "rock stars" do nosso meio aqui está a prova de que ainda há espaço nesses eventos para se descobrir "sangue novo". Aliás, não foi descobrir porque pelo seu MP3 no Myspace e pelo concerto na Maré de Agosto - Palco Oportunidades - já se lhes reconhia qualidade. Agora, não haverá é muito lugar a estas situações em eventos desta envergadura, mas sempre que possível e se se entender que é seguro, vamos continuar a apostar em bandas que nunca tocaram ou tocam pouco. Aqui, para além de todas essas razões, havia a razão de irem fazer a sua estreia em S.Miguel - logo perspectivando a atracção de mais pessoas. Tenho trabalhado assim. Aconteceu o mesmo com Trauma Prone no Coliseu ANIMA Rock.
- Por fim, o facto do cartaz do F.I.M. só ter tido três bandas por noite, foi por escolha minha e do Coliseu para facilitar o trabalho durante o dia (testes de som) e para que as coisas começassem o mais pontuais possível. Já temos exemplos de outras situações, e não as quisémos repetir. Ainda mais com duas bandas internacionais em que se previa mais tempo dispendido para testes de som. É uma azáfama terrível naqueles dias meus amigos e os azares sempre acontecem, como já aconteceram. E para que as coisas não se complicassem tanto reduzimos o número de bandas. Foi um pena, foi sim sr., e até nos complicou muito mais a escolha das bandas. Mas tivemos que ter pensamento frio e objectivo.
E como isto já vai longuíssimo (mas espero mesmo que leiam), embora restar-me-ão sempre algumas coisas para dizer (mas a cabeça agora já lateja), espero que algumas coisas tenham ficado esclarecidas e que numa próxima vez tentem inteirar-se melhor das situações antes de falar. Para minha grande tristeza só ao fim de cinco anos de SounD(/)ZonE é que fui alvo de grandes críticas. Continuo o mesmo "camponês" com as mesmas intenções. Foi muito triste ficar com a ideia de que me andavam a "pintar" como um tendencioso e outras coisas...
spoiledfiction
07/10/2008 14:38
#35658
E prontes... obrigaram o nuno a ficar com a cabeça a latejar! hahaha 
Sinceramente nem tinhas que justificar nada. Ainda por cima STAMPKASE e uma das bandas com muito tempo de existencia, com muita experiencia e que atrai bastante publico. Mesmo que nao fosses co-organizador STAMPKASE será sempre uma banda a ter em conta em qualquer grande evento na regiao!
As BOAS BANDAS aparecem porque se fazeram sobressair e nao pk meteram as outras para baixo! certo?
Abraços e tenham calma... se querem ser mesmo grandes nao é isso que vos vai impedir! CONCERTEZA!
CHEERS
Sinceramente nem tinhas que justificar nada. Ainda por cima STAMPKASE e uma das bandas com muito tempo de existencia, com muita experiencia e que atrai bastante publico. Mesmo que nao fosses co-organizador STAMPKASE será sempre uma banda a ter em conta em qualquer grande evento na regiao!
As BOAS BANDAS aparecem porque se fazeram sobressair e nao pk meteram as outras para baixo! certo?
Abraços e tenham calma... se querem ser mesmo grandes nao é isso que vos vai impedir! CONCERTEZA!
CHEERS
zedative
07/10/2008 15:36
#35667
A ressaca está nos vários eventos que existiram e não nos do Nuno só
O problema foi pelo facto de o pessoal começar a ficar saturado porque as bandas eram sempre as mesmas, mas vendo bem, eram as únicas que estavam disponíveis, falo por mim que cheguei já a dar muitos "Nãos" esse verão (Neurolag), logo ambas as partes tem razão..tanto público como organizadores, a organização quer garantias de bons festivais, logo escolhem as bandas A & B pois estão a 100%... no entanto o público fica aborrecido de as ver...
Mas aqui nessa terra está lixado, não há alternativas.. ou arrisca-se e metemos bandas desconhecidas para dentro.. ou então há aquela saturação normal...
Resumindo, não há muito que fazer, apenas basta apelar ao bom senso das bandas que estão no nosso meio para continuarem a trabalhar!
Acho que devia haver eventos mais underground e apostar em novas bandas, porque se continuam a haver eventos só grandes, em que só as bandas com "calo" podem participar.. então a nova geração de putos vai ficar sempre na sala...
É preciso haver mais inter-ajuda e menos guerra do "sou mais metaleiro que tu"
O problema foi pelo facto de o pessoal começar a ficar saturado porque as bandas eram sempre as mesmas, mas vendo bem, eram as únicas que estavam disponíveis, falo por mim que cheguei já a dar muitos "Nãos" esse verão (Neurolag), logo ambas as partes tem razão..tanto público como organizadores, a organização quer garantias de bons festivais, logo escolhem as bandas A & B pois estão a 100%... no entanto o público fica aborrecido de as ver...
Mas aqui nessa terra está lixado, não há alternativas.. ou arrisca-se e metemos bandas desconhecidas para dentro.. ou então há aquela saturação normal...
Resumindo, não há muito que fazer, apenas basta apelar ao bom senso das bandas que estão no nosso meio para continuarem a trabalhar!
Acho que devia haver eventos mais underground e apostar em novas bandas, porque se continuam a haver eventos só grandes, em que só as bandas com "calo" podem participar.. então a nova geração de putos vai ficar sempre na sala...
É preciso haver mais inter-ajuda e menos guerra do "sou mais metaleiro que tu"
cyber967
07/10/2008 19:25
#35676
menos guerra do "sou mais metaleiro que tu"
qual guerra, ha montes de pessoal q nao sabe o q isso e
João Arruda
08/10/2008 11:31
#35711
Acho que devia haver eventos mais underground e apostar em novas bandas, porque se continuam a haver eventos só grandes, em que só as bandas com "calo" podem participar.. então a nova geração de putos vai ficar sempre na sala...
É uma grande verdade, sim senhor!
cyber967
08/10/2008 12:56
#35715
tipo eu compreendo porque e que são sempre as mesmas bandas que tocam.Ha algumas bandas de ca que cativam bastante publico por praticarem um estilo que a maior parte do pessoal ca gosta e assim os organizadores conseguem cativar mais gente para o festivais reduzir/ minimizar os custos do festival.
tech
08/10/2008 13:45
#35723
Acho que devia haver eventos mais underground e apostar em novas bandas, porque se continuam a haver eventos só grandes, em que só as bandas com "calo" podem participar.. então a nova geração de putos vai ficar sempre na sala...
É uma grande verdade, sim senhor!
Pois, aí há uma grande razão. Um dos poucos exemplos disso este ano, que tenha visto, foi o concurso de música moderna da ribeira grande, porque de resto, está a falhar um bocado. Aliás, para quem se quer tornar um organizador de eventos, este tipo de concertos (não concursos, mas sim One Night Stands) é o melhor (acho eu, falando pelo que vejo nas internetes). Mas pronto, a cena não deve dar para muito mais.
zedative
08/10/2008 14:54
#35727
tipo eu compreendo porque e que são sempre as mesmas bandas que tocam.Ha algumas bandas de ca que cativam bastante publico por praticarem um estilo que a maior parte do pessoal ca gosta e assim os organizadores conseguem cativar mais gente para o festivais reduzir/ minimizar os custos do festival.
Sim, dai a necessidade de se criar algo menos elitista, que dê algum ânimo as novas bandas, e que seja rampa de lançamento para as mesmas...
Podem estar a dizer: "ah então organiza um festival isso é só falar"
Amigos, claro que não tenho colhões como muitos daqui para me meter em organizações! Mas pensem comigo, as bandas fazem-se em palco, se não há palcos, as bandas de "Nível" serão sempre as mesmas.
Nuno Costa
08/10/2008 19:22
#35751
Ora viva mais uma vez!
Acho que agora se começa a ter uma conversa interessante e útil. Sem dúvida que é preciso um movimento "verdadeiramente" (não que considero o "outro" falso) underground. É absolutamente imprescindível criarem-se condições e haver apoios para as bandas de garagem surgirem.
Mas atenção: aqui nem se pode falar em movimento "mainstream", será rídiculo, não? Não há ninguém "por cima" de ninguém. Somos todos muito "pequeninos" ainda.
Felizmente, sempre houve e ainda acontecem eventos direccionados para esta facção que precisa da tal primeira/primeiras oportunidades. O October Loud hoje em dia à cabeça, e que muita consideração merece de todos, mas, mas por outro, e aí quero chamar a atenção para os comentadores deste tópico, acho que é cair num grande exagero se pintarmos um cenário em que abundam os eventos grandes e que faltam oportunidades para as bandas supostamente mais "underground" ou de garagem. Meus amigos, falamos de um grande evento no Coliseu Micaelense por ano!!! Não menosprezando o aniversário da SounD(/)ZonE mas é um evento com menos projecção. De resto, daquela dimensão só houve um este ano e outro o ano passado. Portanto, não será uma tendência os eventos daquela envergadura se expandirem e dominarem, pois não há realmente meios de os suportar financeiramente, logo não há motivos para preocupações! Este ano foi o UNDERGROUND que esteve ao rubro! Concertos no Teatro da Ribeira Grande (e não, não foi só o Concurso), Black Code, Friend's Place, Cine-Teatro das Furnas, armazéns, bares nas Portas-do-Mar, Tukátulá, Karamba até... Bom e já não me lembro de mais porque foram realmente muitos. Exagero se alguém eventualmente pensou que os grandes eventos vão amputar as oportunidades às bandas supostamente(!) mais pequenas. Não há lógica nisso.
Mas sim, óbvio, é preciso outro tipo de eventos. Mas já agora, preciso mesmo de expor um pensamento: meus amigos, já viram ao que chegamos? Durante toda a história do Metal nos Açores, sempre manifestámos o nosso eterno queixume, o nosso triste fado, falámos como uns coitadinhos e oprimidos por não termos acesso a grandes eventos de Metal, com bandas internacionais, mais concretamente. Agora, quase que sinto que se estão a queixar e querem que voltemos ao passado. Quero acreditar que não... Aliás, o underground é que está ao rubro, não são os eventos grandes no Coliseu!;)
Outra coisa: há aspectos muito discutíveis quanto à gestão de carreira de uma banda.
No Continente, normalmente as bandas precisam, a todo o custo (normalmente saindo-lhes do próprio bolso e não de cashets de concertos) gravar uma maqueta. Só então depois alguém ouve e diz: sim sr. têm qualidade vêm tocar no nosso evento. Ou então não!!!!
Outro percurso é o das próprias bandas assumirem a organização do seu próprio evento (que pode ser coisa pequenina num bar). Isso quando realmente as coisas não estão fáceis para se mostrar o nosso trabalho.
Outras maneiras mais fáceis de se alcançar visibilidade é ou com um GRANDE trabalhdo discográfico, grande som, original de preferência, consistente, etc; Ter alguns contactos que (e aqui meus amigos, é assim mesmo que as coisas funcionam) facilitem às bandas a participação em eventos.
De resto... não tenho ideia de que lá fora estejam constantemente a queixarem-se de falta de eventos ou de falta de apoio do Governo... Bem, acho que isso é rídiculo. Só mesmo aqui se pensa assim. Haverá naturalmente orçamento para a cultura e o Metal pode não ser o sector mais privilegiado... Mas meus amigos, estamos a falar de uma cultura alternativa. Já sabemos dos nossos handicaps... Não será por aí.
Bom, quanto a mim há então dois pensamentos a reter (agora em jeito de conclusão):
- Nos Açores é o underground que está ao rubro e não há qualquer sinal de o "mainstream" (tão rídiculo falar nestes termos, mas acho que me percebem) se impor;
- As bandas são grandemente responsáveis pelo que alcançam. "Se a montanha não vem a Maomé, Maomé vai à montanha". Aliás, não acredito que a mais emblemática banda açoriana é o que é hoje porque foi levada ao colo - os Morbid Death, já agora! Há sim um grande trabalho e um grande espírito de sacríficio por trás. Por aí, o mérito é deles, right?;)
Acho que agora se começa a ter uma conversa interessante e útil. Sem dúvida que é preciso um movimento "verdadeiramente" (não que considero o "outro" falso) underground. É absolutamente imprescindível criarem-se condições e haver apoios para as bandas de garagem surgirem.
Mas atenção: aqui nem se pode falar em movimento "mainstream", será rídiculo, não? Não há ninguém "por cima" de ninguém. Somos todos muito "pequeninos" ainda.
Felizmente, sempre houve e ainda acontecem eventos direccionados para esta facção que precisa da tal primeira/primeiras oportunidades. O October Loud hoje em dia à cabeça, e que muita consideração merece de todos, mas, mas por outro, e aí quero chamar a atenção para os comentadores deste tópico, acho que é cair num grande exagero se pintarmos um cenário em que abundam os eventos grandes e que faltam oportunidades para as bandas supostamente mais "underground" ou de garagem. Meus amigos, falamos de um grande evento no Coliseu Micaelense por ano!!! Não menosprezando o aniversário da SounD(/)ZonE mas é um evento com menos projecção. De resto, daquela dimensão só houve um este ano e outro o ano passado. Portanto, não será uma tendência os eventos daquela envergadura se expandirem e dominarem, pois não há realmente meios de os suportar financeiramente, logo não há motivos para preocupações! Este ano foi o UNDERGROUND que esteve ao rubro! Concertos no Teatro da Ribeira Grande (e não, não foi só o Concurso), Black Code, Friend's Place, Cine-Teatro das Furnas, armazéns, bares nas Portas-do-Mar, Tukátulá, Karamba até... Bom e já não me lembro de mais porque foram realmente muitos. Exagero se alguém eventualmente pensou que os grandes eventos vão amputar as oportunidades às bandas supostamente(!) mais pequenas. Não há lógica nisso.
Mas sim, óbvio, é preciso outro tipo de eventos. Mas já agora, preciso mesmo de expor um pensamento: meus amigos, já viram ao que chegamos? Durante toda a história do Metal nos Açores, sempre manifestámos o nosso eterno queixume, o nosso triste fado, falámos como uns coitadinhos e oprimidos por não termos acesso a grandes eventos de Metal, com bandas internacionais, mais concretamente. Agora, quase que sinto que se estão a queixar e querem que voltemos ao passado. Quero acreditar que não... Aliás, o underground é que está ao rubro, não são os eventos grandes no Coliseu!;)
Outra coisa: há aspectos muito discutíveis quanto à gestão de carreira de uma banda.
No Continente, normalmente as bandas precisam, a todo o custo (normalmente saindo-lhes do próprio bolso e não de cashets de concertos) gravar uma maqueta. Só então depois alguém ouve e diz: sim sr. têm qualidade vêm tocar no nosso evento. Ou então não!!!!
Outro percurso é o das próprias bandas assumirem a organização do seu próprio evento (que pode ser coisa pequenina num bar). Isso quando realmente as coisas não estão fáceis para se mostrar o nosso trabalho.
Outras maneiras mais fáceis de se alcançar visibilidade é ou com um GRANDE trabalhdo discográfico, grande som, original de preferência, consistente, etc; Ter alguns contactos que (e aqui meus amigos, é assim mesmo que as coisas funcionam) facilitem às bandas a participação em eventos.
De resto... não tenho ideia de que lá fora estejam constantemente a queixarem-se de falta de eventos ou de falta de apoio do Governo... Bem, acho que isso é rídiculo. Só mesmo aqui se pensa assim. Haverá naturalmente orçamento para a cultura e o Metal pode não ser o sector mais privilegiado... Mas meus amigos, estamos a falar de uma cultura alternativa. Já sabemos dos nossos handicaps... Não será por aí.
Bom, quanto a mim há então dois pensamentos a reter (agora em jeito de conclusão):
- Nos Açores é o underground que está ao rubro e não há qualquer sinal de o "mainstream" (tão rídiculo falar nestes termos, mas acho que me percebem) se impor;
- As bandas são grandemente responsáveis pelo que alcançam. "Se a montanha não vem a Maomé, Maomé vai à montanha". Aliás, não acredito que a mais emblemática banda açoriana é o que é hoje porque foi levada ao colo - os Morbid Death, já agora! Há sim um grande trabalho e um grande espírito de sacríficio por trás. Por aí, o mérito é deles, right?;)