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Festival Ponta Delgada

Gore 30/07/2006 04:27
#15623
1º dia - Bedebo
2º dia - Bebedíssimo
Gouveia 30/07/2006 15:08
#15625
LLLLLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL!!!!!!!!!!!!!!
FroZen 30/07/2006 16:09
#15626
lolol :lol:
João Arruda 30/07/2006 19:59
#15627
Bem, só posso falar do primeiro dia porque foi o dia a que fui... no entanto só falarei das bandas regionais dada a reduzida importância das outras aqui para o site:

Trauma Prone - uma banda que, apesar de nem um ano ter, já demonstra imenso à vontade em palco, como seria de esperar pois todos os membros pertenceram a bandas de renome do nosso meio. Vestidos dentro de uns "preservativos gigantes", os TP apresentaram temas muitos fortes e pujantes. Folgo em ver que a vertente melódica não ficou esquecida na música deste colectivo. Especial destaque para os temas em que participa André (Stampkase) que dá um toque especial à coisa.. Talvez fosse um bom investimento para a banda como segundo vocalista dado a voz dele contrapor-se bem à do Steven.

In Peccatum - apesar de já existirem há porrada de anos, a última vez que os vi foi em 2000, na Morbid X Fest. Os In Peccatum em geral estiveram bem. Apresentaram temas já conhecidos do seu demoCD, temas que são excelentes composições mas que ao vivo falham um pouco pela sua serenidade. É de aplaudir também a presença das bailarinas em palcos pois não basta as bandas chegarem ao palco, descarregarem as músicas e "Au Revoir!".. a vertente visual foi muito bem explorado. Agora, os In Peccatum têm é de aparecer mais ao vivo.. notou-se que não pisavam os palcos há uns tempinhos.. algo que, pelo que sei, já está resolvido ;) nota mais para o teclas que esteve muito "certinho" no seu trabalho e que estava a sentir a música ao máximo.

Morbid Death - palavras para quê? Mais uma vez os Morbid provaram porque são os senhores do metal regional. Muita experiência, muito know-how, muita energia. Uma set-list bem escolhida, apostando nos temas mais potentes da banda, inclusivamente MISÉRIA que não era ouvida em palco há muitos anos. É bom ver que a banda recuperou o tema que era sempre MUITO pedido pelo público. Uma excelente actuação, com direito a improvisos na Darkest Side of Paradise e tudo (não foi, Bett? ;) lol), à qual o público não ficou indiferente!
Kamchatka 30/07/2006 21:00
#15628
Após uma longa caminhada, durante a qual, por pouco, não fui multado pelos amigos da PSP, por atravessar a estrada no sitio errado(!), cheguei ao quase vazio recinto do festival. Provavelmente, por essa razão, a primeira actuação tardou em começar.
Agradou-me o facto de haver dois bons palcos e um som bastante bom, algo raro de constatar por cá e, especialmente, nos concertos de Metal de bandas regionais. Esperemos que, no futuro, todos os grandes concertos de Metal reúnam estas condições, e não apenas os dos festivais, com bilhetes caros.
A surpresa desagradável foi mesmo os finos a 1.50€!!!

Ainda de dia, os Trauma Prone iniciaram a sua actuação. Tal como previra, um som de qualidade revelou todo o potencial deste conjunto. Coerência na estruturação dos temas, interacção cuidada entre as vozes das guitarras e uma secção rítmica consistente, mas não surpreendente, a cimentar com segurança os restantes elementos do som. Mais uma vez, talvez fruto da experiência dos membros, agradaram-me imenso as variações nos andamentos, o que confere uma dimensão progressiva, tornando os temas plenos de vitalidade, jamais caindo em monotonia. Pena o reduzido público presente, o que, provavelmente, se reflectiu numa atmosfera mais plácida, do que a que seria de esperar no concerto de uma banda praticante desta vertente de Metal.

Boss AC?!? – naaah…

Bem atestado de cerveja, como manda a tradição, começaram a chegar, de longe, a meus ouvidos, sons da banda que, com maior expectativa, aguardava – In peccatum.
E o que dizer de um conjunto praticante do estilo, predominantemente, Doom Metal, como poucos há na região, com extensa bagagem de experiência, de quase uma década de existência? No mínimo - Muito bom! Presenciar uma actuação com aquela ambiência característica, embora bem longe de “Funeral Doom Metal”, com uma grande segurança na interpretação, irradiando o espírito peculiar, mas genuíno, difícil de se sentir nas jovens bandas regionais, que aclamam praticar Doom Metal, foi uma experiência fenomenal. Até me esqueci, por momentos, que os finos estavam a 1.50€!
Devo acrescentar que as teclas tiveram uma importância fundamental, preenchendo, sensatamente e sem se impor, os eventuais espaços vazios do som. Nota + para a participação das bailarinas – uma ideia de louvar, mas que, na minha opinião, acabou por ficar ligeiramente prejudicada pelos lamentáveis lapsos do som e alguma falta de atmosfera mais envolvente ou intimista.
Por fim, posso afirmar, convictamente, que In peccatum é uma das bandas regionais de Metal, que mais me agradam.

Apesar de o Metalicidio ser um espaço dedicado, a partida, ao Metal, devo referir que a actuação da Daniela Mercury foi magnífica! Profissionalismo de nível elevado e garantia de um espectáculo brilhante é como se pode descrever, resumidamente, o concerto da cantora brasileira e sua banda.

Questionar como foi a prestação, ao vivo, dos Morbid Death, é o mesmo que perguntar como é a Vodka original russa… A resposta é clara: é sempre boa!
Sem surpreender, nem chocar, os Morbid Death proporcionaram uma actuação com o inerente carácter forte e uma manifesta presença, como já todos nos habituamos a ver, reafirmando, mais uma vez, a posição e o valor que têm no panorama mataleiro açoriano.

Com 60 e poucos euros a menos na carteira e num estado lastimável, mas satisfeito, dei o bazo, lamentando o preço dos finos e o do bilhete, que bem poderia ter sido mais acessível…

Cheers
cyber967 30/07/2006 22:59
#15629
hey
so assim por curiosidade...
como tava o som?..
tava bom,mais ou menos,ou uma merda?

cheers!!
Gore 31/07/2006 12:56
#15631
O som estava muito bom. Pelo menos aquilo que ouvi... É preciso dizer que no 1º dia tive que esperar até as 20:30 para conseguir entrada pro recinto. Já só vi a partir dos in pecatum. No segundo dia foi bem pior. Só pude chegar no final da actuação dos Ynot. Mas tudo akilo que ouvi tinha bom som. Jamiro e Daniela mercury tinham 1 som... Credo. Na daniela havia la uns sons de percursão que pareçiam surround. loolo akeles sons que pareçem vir distantes, e com 1 pouco de reverb. Nas regionais gostei imenso do som dos morbid death. Começei por ver do lado esquerdo e pareçia-me ouvir mais a guitarra do ruben. Depois fui mais pra direita e pareçia-me ouvir mais a do bett... DUh! VAI MAS É PRO MEIO! lololo

não ha paciencia para reviews mais serias. Para o próximo ano talvez?

Nota mais - Morbid death, daniela mercury, e jamiroquai (quase que ia adormeçendo mas prt) Os outros nao sei! aposto que tambem partiram a loiça toda! ;)

Ps- Os in pecatum foram fixes, mas pareçeram-me meios fresquinhos.. nao sei porquê.. O cd riscado foi péssimo. Gotta check, double check, triple check!
Spell 31/07/2006 14:23
#15634
Nao foi o cd que tava riscado, o problema foi a vibraçao do palco quando as bailarinas começaram aos saltos ao pé do teclado, pk se reparaste na primeira vez que tocou a septem aquae o cd n tava riscado lol da proxima vez já sabemos ;)
Gore 31/07/2006 16:26
#15635
Spellbound escreveu:
Nao foi o cd que tava riscado, o problema foi a vibra�ao do palco quando as bailarinas come�aram aos saltos ao p� do teclado, pk se reparaste na primeira vez que tocou a septem aquae o cd n tava riscado lol da proxima vez j� sabemos ;)


Ahhhhh pensava que tinha sido na mesa! lololo my bad...
Spell 31/07/2006 17:24
#15637
Brevemente estará online os concertos das bandas regionais no festival Ponta Delgada, com destaque para In Peccatum, Morbid Death e A Different Mind.
bett 01/08/2006 10:04
#15642
Bem me parecia ter-te visto de câmara em punho! :lol:

Quanto à prestação das bandas, apenas umas breves apreciações, pois muito já foi aqui escrito.

Dia 28

Trauma Prone foi uma viagem alucinante, sem dúvida. Melodia e muito poder!
Maturidade parece ser a palavra de ordem, uma vez que o trabalho apresentado, transmite-nos a idéia de que eles sabem perfeitamente o que querem e como o fazer!
In Peccatum há já muito tempo que não tinha o prazer de os ver actuar ao vivo!
Quanto a mim, uma bela actuação. Quando as coisas são sinceras e sentidas... :wink:
O que espero sinceramente é não tardar tanto uma próxima actuação. O(s) palco(s) quer(em)-vos (e nós também)!
Morbid Death (correndo o risco de ser pulverizado com frontline ou outra m*rda qualquer :lol: ) só vou dizer a minha breve opinião pessoal e é a de que, apesar de não ter sido das minhas melhores prestações, curti com'ó carai! Alguns problemas mas vocês fizeram esquecer isso!

Dia 29

ADM Que bela onda! Gostei mesmo do colectivo mas não posso deixar de apelar à Elisabete p'ra se soltar. É que, com o som que eles praticam, se ela entrar "na onda", vai transmitir uma energia do carai! Alright.
Os Passos estiveram iguais a si mesmos. Se por um lado podemos falar em coerência e no seguimento de uma linha, por outro podemos afirmar que há coisas que nunca mudam. Mesmo!
Quanto aos Ynot não me posso pronunciar uma vez que, praticamente, não vi a sua actuação. Porém já os vi noutras ocasiões e, que são excelentes músicos, não há a mínima dúvida.

Em suma, o balanço é positivo!

Pena é de que, principalmente as primeiras bandas de cada dia, terem actuado ainda com pouca gente no recinto...

Venham é mais concertos, festivais, whatever! :D

Image
Gouveia 01/08/2006 23:16
#15675
Que bom foi esse festival!!! Nunca antes a ilha de São Miguel havia acolhido tal manacial de material de som, equipas de montagem, técnicos e bandas!!
O cartaz foi muito diversificado - certamente concebido para agradar a gregos e troianos. E ainda bem que tal aconteceu!! Gregos e troianos à parte, eu integrei não só aqueles que lá foram para actuar mas também e em grande parte, aqueles que lá foram para assistirem aos shows das bandas micaelenses! E é exactamente por aí que vou começar, dando o meu parecer acerca do desempenho de cada uma:

DIA I

TRAUMA PRONE: Mas que grande banda essa!! O facto de terem sido a primeira banda em palco, numa altura em que o público ainda não era muito, não hipotecou em nada o show proporcionado pelos TP. A energia e garra, já demonstradas aquando do concerto das Festas do Nordeste, voltaram a ser uma constante. E para reforçar ainda mais este cenário frenético, os elementos de TP contaram com a colaboração de um vocalista suplementar que mais não é do que um dos membros das fileiras de STAMPKASE. Creio chamar-se André. Corrigam-me se estiver enganado.
O pouco público presente, tendo em conta a hora que se realizou o concerto, foi um factor negativo.. Tal situação, aliada ao tempo limite de actuação (30 minutos), fez transparecer alguma insatisfação por parte dos elementos de TP. Apresentando um guarda-roupa deveras interessante (pareciam-me fatos de apicultor), os TP mostraram não descurar a componente visual. Aguardo pela próxima aparição!

MORBID DEATH: O quarteto açoriano com maiores pergaminhos no metal regional "fartou-se" de esperar pelo fim da actuação da banda que lhes precedeu no palco A. Isso também se passou com muito do público que aguardava ansiosamente pelo concerto de MD. Facto é que lá Ruben, Paulo, Pedro e Ricardo subiram ao palco e apresentaram os seus temas com uma postura sempre muito positiva. Surgiram algumas novidades e foi executado um dos verdadeiros "hinos" do metal que por cá se faz: falo de "Miséria"! Talvez por ser cantado em português, esse tema sempre mexeu comigo e desta feita não foi excepção!! Eu (e todos à minha volta) curtiram um valente headbanging em jeito de analépse fazendo relembrar os excelentes concertos dos anos noventa.

DIA II

A DIFFERENT MIND: Condicionados ao nível do muito pouco público que se encontrava no recinto (tal como aconteceu por exemplo com TRAUMA PRONE), ADM chegaram ao palco visivelmente agastados com essa situação. Mas tanto quanto me apercebi, estavam presentes muitos amigos próximos da banda e uma mão cheia de fãs (um deles, EU! ;))! Ruben Moniz fez valer os seus créditos como guitarrista e actuou como se estivesse perante um mar de espectadores. E é assim mesmo que deve ser! O mesmo se passou com baterista e baixista. Relativamente à vocalista, Elisabete Dias não disfarçou em determinados momentos do concerto a sua decepção face ao pouco público presente. Situação perfeitamente aceitável mas que, fruto de uma performance irrepreensível, rapidamente foi colmatada. Uma vez mais ADM executaram "Judith" de A PERFECT CIRCLE tendo inclusivé sido o público a escolher este tema, reflexo pois de um ambiente quase "familiar" que se viveu entre banda e assistencia.

PASSOS PESADOS: O concerto de PP começou com temas de "som limpo" que não foram suficientemente apelativos para cativar o público que chegava a conta-gotas ao campo de jogos da Fajã de Cima. Só mais tarde o colectivo liderado por Toni Pimentel apostou em temas verdadeiramente eléctricos e aí as coisas começaram a melhorar. A noite ía entretanto chegando e o ambiente era cada vez mais mais adequado ao concerto.
Na minha opinião, Toni deveria deixar os solos exclusivamente ao cuidado do guitarrista Paulo pois este é sem dúvida um guitarrista mais talhado para tal. Nota mais para o baixista que, no entanto, poderia ter-se "solto" ainda um pouco mais..
A actuação terminou com o já "épico" Fuel que (metaforicamente falando, claro está), foi a "sobremesa do jantar".



Festival Ponta Delgada.. Até para o ano se Deus quiser :D!!!
violet 02/08/2006 14:25
#15693
E para reforçar ainda mais este cenário frenético, os elementos de TP contaram com a colaboração de um vocalista suplementar que mais não é do que um dos membros das fileiras de STAMPKASE. Creio chamar-se André. Corrigam-me se estiver enganado.


é, é o andré de stampkase. é vocalista convidado da banda desde o início (participa em três temas).
Gulag 09/08/2006 21:50
#15933
2 nô, só participa em 2 temas. pelo menos até agora.
Negative 16/08/2006 19:40
#16138